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Perdida na Terra dos Smurfs!



Não se zanguem, ehehe!

Tá bom, tá bom...juro, prometo que vou dar um tempo pro “bendito”...mas olhem se não parecem gêmeos separados no parto (com todo respeito, gente! É só para descontrair um pouco, ok! ).

Tio Fester (interpretado pelo excelente Christopher Lloyd, em Família Adams e mais embaixo na versão em P&B do filme, cujo ator ainda não identifiquei o nome.)

 



Escrito por Mônica às 10h45
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Da Vinci Code

ARTIGOS  
TURISMO LUCRA COM BEST SELLER  
Uma coisa puxa a outra! Se o marketing for melhor que a história, certamente esta vai interferir na vida cotidiana. Aconteceu na Europa!
 
   
Depois do sucesso mundial de vendas (cerca de 12 milhões de exemplares desde março de 2003), o livro Código da Vinci é também sinônimo de lucro no setor de turismo. Agências de viagens e operadoras embarcam no sucesso promovendo uma verdadeira peregrinação pelos principais locais citados no livro do americano Dan Brown. Partindo da França, em Paris e seguindo por Londres, na Inglaterra até chegar em Edimburgo, na Escócia.

Segundo agências de notícias britânicas, cerca de 20 mil “leitores/detetives” aficionados pela obra chegam a pagar até 2.300 dólares por passeios que percorrem a trilha de aventuras vividas pelo professor de simbologia Robert Langdon e a agente de polícia Sophie Neuveu, personagens centrais da trama.

A EUROSTAR (empresa internacional que gerencia as linhas de trens de alta velocidade entre França, Bélgica e Grã Bretanha) foi umas das primeiras a lucrar com o chamado “efeito Da Vinci”. Em 2004, registrou um crescimento de 15 % no fluxo de turistas britânicos em direção à Paris (o equivalente a 7,27 milhões de pessoas a mais transportadas em direção à cidade luz)!

O Standford Club de France promoveu no início do mês passado a primeira visita guiada no Louvre baseada nas aventuras relatadas no “Código Da Vinci”. Pelo valor de 30 euros por pessoa (ou cerca de 120 reais), o grupo com 30 visitantes teve direito a um passeio de 2 horas guiado pela conferencista do museu, madame Dupeyart. Após o passeio pelos corredores de um dos mais famosos monumentos de Paris, um almoço não incluso no preço da excursão.

Em Londres, uma visita de no mínimo 3 horas passando pelos principais pontos turísticos citados no livro sai por nada menos que 170 libras esterlinas. O passeio pode ser feito em carro, furgão ou minibus (de acordo com o número de pessoas). A visita com duração de 7 horas, chega ao valor de 250 libras por pessoa! Tudo depende da motivação e da conta bancária!

A opção mais curta e barata inclui visitas ao Inner Temple, King’s College, Westminsters Abbey, Saint James Park e National Galery, onde está a obra “Virgem nos Rochedos”, de Leonardo da Vinci.

Outros endereços bastante procurados pelos leitores/turistas são o Château de Villete, no Val d’Oise, proximidades de Paris, construído em 1668 e que no romance pertence ao inglês Sir Leigh Teabing; e a Capela Rosslyn, em Edimburgo, na Escócia. A capela foi construída em 1450, seguindo os moldes do Templo de Salomão, em Jerusalém. De acordo com o livro, ali estaria “a chave” de todo o mistério que ronda o Código da Vinci!


Alta nas tarifas

Como que por mero acaso, desde setembro do ano passado o Museu do Louvre aumentou a tarifa de entrada de 7,50 Euros para 8,50 Euros e cancelou o acesso gratuito concedido aos artistas, professores e estudantes de belas artes. O preço cobrado no Louvre não chega a ser tão surpreendente quanto os 20 dólares cobrados pelo Museu de Arte Moderna de Nova Iorque. Mas a medida já gerou protestos entre sindicatos de artistas e políticos socialistas. No último final de semana (15 de janeiro) uma passeata reuniu centenas de pessoas diante da Pirâmide do Louvre, em Paris.

No sentido inverso caminha a Grã-Bretanha. Em 2001, foi estabelecido o princípio da entrada gratuita para acesso às coleções permanentes (proibido desde 1970). O British Museum e a National Galery são os únicos a cumprir a decisão do governo Trabalhista e que garantem que a visitação aumentou em 75%. Se você está de passagem pela Suécia é hora de aproveitar a entrada franca em todos os museus públicos do país, medida adotada no início do mês de janeiro!


Mônica Novaes
De Liège, na Bélgica


Escrito por Mônica às 11h31
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